mento sobre se é certo ou errado ter uma religião ou acreditar em uma força suprema, protetora Entretanto, a proposta deste texto não é polemizar e entrar no debate sobre a existência ou não de Deus, mas sim o teor crítico e racional daqueles que acreditam no ser supremo e naqueles que não são crentes. Colocando uma opinião pessoal e esperando que os leitores me entendam, uma das coisas que sempre noto e fico, de certa forma, incomodado, é a “propaganda” que uma igreja faz, como se a espiritualidade dos seus fiéis dependessem de uma festa de São Benedito que parasse a cidade e que ocupasse uma rua inteira, ou então que uma certa igreja gritasse mais que político em palanque pra angariar votos, estes fatos corriqueiros mas que podem ser visto de outros olhos tinham a minha atenção pois nunca consegui entender o porque disso tudo. A meu modo de ver, quando cremos em algo, não precisamos sair pelos sete mares perdendo nossas vozes e tirando o sono de muita gente com cânticos de adoração e obediência, para não dizer o próprio temor.
Todavia, na ultima semana, um fato me chamou a curiosidade. Pessoas que se diziam ateias publicando em redes sociais toda a sua não crença, todo o seu repúdio, e por que não dizer, todo o seu ódio para com aqueles outros que se diferenciam apenas pelo fato de acreditar. Tenho para mim, que assim como eu não preciso sair anunciando minhas crenças, não é necessário que eu faça o mesmo com a minha descrença. Lembro que a frase parecia com algo “sou feliz sem Deus”, ótimo, que bom que a pessoa está feliz, mas qual o motivo de completar a frase e colocar suas crenças religiosas? Que o leitor me entenda, eu não estou querendo fazer julgae que é digna de temor, a proposta é apenas tentar entender o porque que se faz necessário sair as ruas gritando em algo e bom som aquilo que você pensa. Não saímos por ai gritando: “EU ACREDITO EM FREUD”, “Eu não”. Acredito que nossos conceitos ideológicos são bem vistos quando se apresentam sem alarde, sem balburdio.
Todavia, na ultima semana, um fato me chamou a curiosidade. Pessoas que se diziam ateias publicando em redes sociais toda a sua não crença, todo o seu repúdio, e por que não dizer, todo o seu ódio para com aqueles outros que se diferenciam apenas pelo fato de acreditar. Tenho para mim, que assim como eu não preciso sair anunciando minhas crenças, não é necessário que eu faça o mesmo com a minha descrença. Lembro que a frase parecia com algo “sou feliz sem Deus”, ótimo, que bom que a pessoa está feliz, mas qual o motivo de completar a frase e colocar suas crenças religiosas? Que o leitor me entenda, eu não estou querendo fazer julgae que é digna de temor, a proposta é apenas tentar entender o porque que se faz necessário sair as ruas gritando em algo e bom som aquilo que você pensa. Não saímos por ai gritando: “EU ACREDITO EM FREUD”, “Eu não”. Acredito que nossos conceitos ideológicos são bem vistos quando se apresentam sem alarde, sem balburdio.
"Pessoas que se diziam ateias publicando em redes sociais toda a sua não crença, todo o seu repúdio, e por que não dizer, todo o seu ódio para com aqueles outros que se diferenciam apenas pelo fato de acreditar. " - Coisa completamente desnecessária..realmente, não é por que eu acredito que vou ficar falando, a crença e a fé são minhas, não preciso provar isso a ninguém...assim como considero desnecessário que alguém que não acredite fique falando que não acredita...cada um é livre para ter a crença que quiser
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